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produção otimizada

Produção Otimizada

Produção Otimizada

Sou Pedro Luís Braghin Batista e te convido a conhecer mais sobre o mundo produtivo!

Diante dos problemas enfrentados no dia-a-dia, pode-se notar que dificilmente consegue-se atingir produções máximas, velocidades, e qualidades máximas em 100% dos serviços e produtos gráficos.

Os motivos são as variáveis técnicas, as variáveis humanas e as variáveis gestoras.

Produzir muito não é garantia de altos lucros. O lucro depende de quão planejado foi o serviço. Esse planejamento pode diminuir consideravelmente o preço do serviço tornando-o mais atrativo, ao mesmo passo que aumenta os lucros.

O segredo está em garantir que o serviço comece e termine como o planejamento assim o estipulou. Para isso, não basta apenas produzir mais e mais, mas sim produzir com qualidade e sem erros.

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A qualidade do material depende de uma produção controlada. Controlada não no sentido de se apertar o cinto, mas sim no uso do “furo” certo. A garantia de um serviço bem executado é vista em uma programação contínua sem atrasos ou adiantamentos longos.

Isso significa passar um pente fino em todos os setores envolvidos, observar e levantar dados de modo a entender e errar menos. O erro é o grande vilão que acaba com o lucro da gráfica, mesmo está tendo um fluxo grande de serviços.

O pós-cálculo irá defrontar o planejado com o real a fim de analisar cada serviço e determinar se houve ou não lucro. O que acontece é que se o executado não for tão promissor quanto o planejado, pode acontecer de a gráfica estar pagando para produzir!

Por isso o setor de planejamento é o setor mais fundamental da gráfica. Deve ser composto por profissionais experientes e bem treinados e com visão sistêmica. Esses profissionais precisam analisar o serviço como um todo, mas sem esquecer as “peculiaridades” de cada setor.

O serviço planejado deve ser o executado.

A velocidade, o tempo de acerto e o desperdício são os principais vilões. Como a hora\máquina de um equipamento industrial não é barata, cada hora de atraso corresponde a uma diminuição real do lucro do serviço.

O problema é que este atraso tem muitas causas, e se tratando do ramo gráfico, onde são milhares de variáveis, é muito difícil manter este tempo dentro do programado sem se observar e montar um trabalho minucioso processo todo.

Todo equipamento tem limitações mecânicas e operacionais que dependem de serviço para serviço, para que possa atingir altas produções. Todo o lucro dependerá do estudo dessas limitações para que as metas de produção não sejam insuperáveis. A média da velocidade vendida deve ser atingida na produção real.

Em outras palavras, produção deve produzir sempre dentro do prazo estipulado. Em contrapartida, este não deve ser “apertado” demais visando altas produções, que na realidade não são atingíveis.

O que não se pode esquecer é que todo o processo pode gerar lucro ou prejuízo, embora se foque grandemente no set-up e velocidade de produção. Por exemplo, a execução de um traçado mal feito pode gerar atrasos, ou até mesmo dobrar a tiragem, consequentemente as horas de máquina também. Neste exemplo pode-se dizer que um serviço executado como “Tira e retira” ao invés de um em “reversão” economiza quatro chapas, mas dobra as horas de máquina.

No planejamento, se o traçado não for previsto, ou no decorrer do processo for alterado, isso resultará em um grande impacto no pós-cálculo. Logo, não adianta a tentativa de aumentar a produção para tirar o atraso, o erro já está feito!

Por isso todo o processo não deve começar na produção, na velocidade e no acerto. Um programa de melhoria deve ser implementado, começando do “começo”. Vendas, orçamento e atendimento ao cliente devem estar alinhados e manter comunicação tempo integral, em outras palavras, devem falar a mesma língua e “iniciar” um serviço “produzível”! (não adianta só vender, tem que vender, garantir a entrega, a qualidade e ainda lucrar!).

Na sequência, o Planejamento deve organizar, agendar e prever situações de todo o processo. Cada embargo deve ser resolvido e cada serviço deve ser agendado coordenadamente para que haja um fluxo onde todos os semáforos estejam “verdes”.

Se uma “luz vermelha” interrompe a produção, é porque não foi planejado corretamente.

Todas as dúvidas sobre insumos precisam ser tiradas neste ponto. O papel, a tinta, as provas, o tipo de acabamento, tudo isso não deve deixar “pontas soltas” no processo.

O que acontece é que muitas vezes o serviço é programado, mas o papel ainda não foi definido, isso implica no “preenchimento” da carga de máquina com um “serviço fantasma”, ou seja, um serviço que gera parada, ociosidade e impede a produção de outros.

Do mesmo modo, o” traçado” do material deve ser estudado para que o serviço seja montado da melhor forma. O melhor aproveitamento de papel, sem deixar de pensar na máquina que o vai imprimir, no tipo de imagem, espelhos, cores especiais, acabamento, manuseio. Tudo o que Será envolvido. Boa parte do equilíbrio da produção depende de um bom traçado, ou seja, um traçado e uma montagem planejados.

A programação nesse ponto deve ser montada de acordo com os prazos de entrega, mas esta deve ter alguma “gordura” para queimar de modo que a ordem dos serviços possam sofrer pequenas alterações. Estas alterações visam organizar a sequencia de serviços para melhor aproveitar as configurações dos equipamentos.

Isso é muito importante para se economizar tempo! É um enorme avanço para aumentar os “espaços” na programação para novos serviços, sem ter que estipular metas altíssimas.

Os setores de almoxarifado, pré-impressão e refile inicial são os envolvidos que prepararão os serviços para serem impressos. Todos os esforços necessitam ser comuns em atender prontamente a impressão. Cada setor não deve se esconder em seus procedimentos para se esquivarem de possíveis erros. Devem se coordenarem para serem efetivamente eficazes, melhorando no que for preciso o processo de impressão.

O refile deve ser perfeito, assim como um formato correto, a verificação das condições do papel, da quantidade e bem embalado após o refile. Todo cuidado é essencial para uma produção ininterrupta, já que papel mal refilado acarreta em dezenas de problemas e paradas na impressão.

Da mesma forma a pré-impressão deve ser objetiva e gravar chapas condizentes com os requisitos de qualidade dos processos. Chapas gravadas com as curvas corretas, na temperatura, tempo e tudo mais corretos e calibrados, sem contar o manuseio, que gera riscos, furação e dobra deficientes, o que atrasa gravemente o acerto e produção.

O almoxarifado é responsável por abastecer os insumos. Deve ser prestativo, rápido e usar de toda a tecnologia de comunicação para manter a máquina com os insumos necessários. Evitar paradas desnecessárias por falta de qualquer coisa.

É muito importante que todos os setores trabalhem em prol do serviço, pensando de forma geral, e não apenas no seu departamento. O sucesso só será alcançado na soma de todos e não na divisão desses.

 

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Grande abraço,

Pedro L. Braghin

 

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2 thoughts to “Produção Otimizada”

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