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Processo gráfico

A Eficiência no Processo Gráfico

Processo Gráfico

Sou Pedro Luís Braghin Batista e te convido a conhecer o mundo da Impressão Offset!

Já citei em outros posts que as variáveis são inúmeras no processo gráfico e a convivência com elas é constante. Porém, a mais complicada de todas é a cultura humana. O ser humano é dotado de inteligência, porém também tem um coração. As decisões podem ser baseadas no tangível, em números, experimentos, mas mesmo assim, o homem não deixa de agir com o coração. No Processo gráfico, a maioria das decisões, seja ela operacional ou gerencial, necessita ser tomada muito rápida, e isso não proporciona tempo para analisar, pesquisar, comparar. Em outras palavras, muitas decisões são tomadas no “calor” do momento, quando se está estressado, pressionado e confuso. Alguns não querem tal responsabilidade. Preferem ficar com o que já possuem e se manter em sua área de conforto. Isso não é um defeito, mas sim uma característica pessoal.

Como ninguém é igual a ninguém, e a gráfica precisa de muitas pessoas de diversas habilidades, criar um procedimento pode não ser tão penoso quanto fazer com que todos tenham a mesma linha de raciocínio. Por várias vezes mencionei que devemos focar o cliente, mas o que isso quer dizer? Como vencer dificuldades técnicas e humanas em cada processo, em cada setor, para cada serviço e variações até o produto chegar às mãos do cliente? Não é tarefa fácil. Muitos contratam consultores ou desenvolvem procedimentos controlados e auditados para que, de algum modo, padronizem a maneira de trabalhar e garanta uma uniformidade. Dentro desse aspecto, gostaria de expor que procedimentos são receitas, mas o resultado depende da “mão” do confeiteiro.

Agora vamos aprofundar mais no estudo da eficiência, pois esta depende da criação de procedimentos que funcionem. Cada setor deve escrever o procedimento de cada função. Descrever o que faz, como faz, quanto tempo leva, medidas de segurança, elaborar check-lists, fichas de controle e muitos outros. Parece burocrático, mas só assim poderá se definir o objetivo do setor. Cada pessoa que aceitar trabalhar ali deve ler os procedimentos e executá-lo perfeitamente. Se houver algum erro que o procedimento não previu, este deve ser alterado até que promova, em trabalhos futuros, uma seqüência sem erros por quem o seguir corretamente.

É claro que mesmo o mais completo dos procedimentos não conterá as milhares de variáveis do processo, é aí que o funcionário deve ser profissional e fazer a mais do que seu procedimento descreve para só então ser eficaz. Acontece muito de um setor não trabalhar em conjunto com outro, e na presença de um erro, este é “empurrado” de um para o outro com a desculpa de que o procedimento foi seguido, e não foi erro humano, jogando a culpa no sistema. Quando isso acontece a explicação é simples: esqueceram do objetivo da empresa, esqueceram do cliente! Está se trabalhando por trabalhar, pensando individualmente, apenas na função dada.

Comer cacau puro não é bom, comer cacau torrado, nem pensar. Farinha, encha a boca de farinha e diz se é gostoso!? Beber óleo deve ser horrível! Agora coma um bolo bem feito com tudo isso preparado cada um como se requer o processo, não tem nem palavras. É assim que é uma função de um setor. É uma simples fração do todo, mas que sem ela não tem resultado bom, sem ela no final (se chegar lá), o resultado não vai ser o melhor possível, mas ela sozinha não tem graça nenhuma.

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Processo Gráfico

 

Abraço, até a próxima!

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2 thoughts to “A Eficiência no Processo Gráfico”

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